O Brasil ainda não encontrou um processo mais sustentável no seu "modus operandi" na construção civil, nem para construções novas e nem para reformas. Se computarmos obras novas: pequenas, médias e grandes que impulsiona a construção civil no país dentro de um sistema dependente da geração de resíduos conseguimos chegar rapidamente aos 106 milhões de toneladas de RCCs gerados por ano no Brasil segundo a Pesquisa Setorial da Abrecon de 19/20.
Parte deste volume enorme vai para aterros legais, parte para Usinas de Reciclagem e a maior parte para aterros ilegais e clandestinos.
Se pensarmos que o acúmulo anual desta cifra, pois é uma produção contínua, se chega rapidamente à conclusão que é uma conta que não se fecha.
Na outra ponta temos um a indústria de material de construção com sua produção atrelada a retirada da natureza de matérias primas, como minerais, pedras, granitos, mármores, terra, etc.
Como equilibrar uma demanda por materiais novos, de qualidade, ecológicos e
sustentáveis, e uma geração ainda exponencial de RCCs para garantir um novo ciclo
mais sustentável para a Construção Civil?
Esta foi a premissa para elaborarmos uma linha de Materiais de Revestimentos e Cobogó através de uma pesquisa encomendada ao Senai Distrito Tecnológico que gerou a patente da nossa massa depositada no INPI – Dez/25.